"Compre Um, Leve Outro de Graça", ou, no jargão da indústria um BOGOF ( de "buy one, get one free"). No varejo do tipo Hi-Lo (voltamos nisso em outro artigo) ou na indústria estamos sempre vendo promoções ao consumidor, como esta. Entretanto, muito se faz e pouco se analisa.
 
Nesse artigo não damos a solução, apenas tentamos estimular que se analise com mais profundidade os efeitos das promoções, além do volume e do orçamento. É o primeiro passo para ir em busca de alternativas para otimizá-las.
O Estado de São Paulo baniu as sacolinhas plásticas de seus supermercados, para sermos mais ecologicamente corretos e colaborarmos no combate às enchentes e ao acúmulo de lixo não biodegradável.
 
Será esse o único efeito dessa medida? Analisamos algumas outras possíveis consequências que podem afetar os supermercados.
Os sistemas de ERP, em sua grande maioria, nasceram a partir de exigências da indústria, que há muito se organiza em processos, diferentemente do varejo, em que a cultura de processos, quando existe, é mais recente.
 
No varejo brasileiro temos visto muitas implementações de ERPs, com resultados bastantes desiguais e em sua maior parte insatisfatórios. Disso tudo que vimos, juntamos 10 pontos que, a nosso ver, podem fazer toda a diferença numa jornada dessas.
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Inovação ou Imitação? No mercado de comércio eletrônico todos sentem que não podem ficar de fora, mas poucos se preocupam efetivamente em criar algo que os diferencie.
 
Muitos casos sequer se preocupam em definir o modelo de negócios. O resultado pode ser dano para marca, perda de dinheiro e credibilidade, além de frustração com o novo canal.
 
Evite o "Me too"! E logotipo brilhante não é diferenciação.
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